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Africa Addio: documentário sobre a descolonização de África

Africa Addio: é um documentário imperdível sobre a descolonização de África, filmado no Quénia, Angola, Ruanda, Uganda, Tanzânia, África do Sul, RD Congo.

⚠️Aviso: é extremamente violento, por vezes muito perturbador e algo desconexo.

Imagens inéditas: as cenas de caça, com os santuários animais completamente devastados, os massacres interétnicos como o perpetrado pelos negros contra os antigos traficantes de escravos árabes-muçulmanos de Zanzibar, a partida e o colapso da elite colonial britânica, os mercenários europeus de Tshombé.

Um verdadeiro pesadelo que se aproxima inexoravelmente.

O filme causou escândalo na esquerda após o seu lançamento, chegando a acusar Jacopetti de ser fascista (à época, como hoje, quem não é de esquerda é fascista).

Africa Addio (lit. ‘Adeus África’ ou ‘Adeus África’; também conhecido por Africa: Blood and Guts nos Estados Unidos e Farewell Africa no Reino Unido) é um filme documental italiano de 1966, do género mondo, co-realizado, co-editado e co-escrito por Gualtiero Jacopetti e Franco E. Prosperi, com música de Riz Ortolani. Jacopetti e Prosperi tinham alcançado fama (juntamente com o co-realizador Paolo Cavara) como realizadores de Mondo Cane em 1962.

Africa Addio documenta o fim do controlo colonial europeu em África durante as décadas de 1950 e 60, e a violência e o caos que se seguiram. O filme foi um enorme sucesso, o que garantiu a viabilidade do chamado género “filme mondo”, um ciclo de “shockumentários” — documentários com temas sensacionalistas. O filme recebeu críticas e elogios devido ao seu conteúdo controverso, mas é, no entanto, considerado um filme muito importante na história do cinema documental.

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