Cada vez mais governos europeus reconhecem a necessidade de endurecer a política migratória da União Europeia.
Enquanto vários Estados europeus defendem o endurecimento da política migratória da União Europeia, os Países Baixos ponderam também a criação de centros de retorno localizados fora da UE.
Seguindo-se à Itália, sob a gestão de Giorgia Meloni, que já criou centros de retorno na Albânia, bem como à Áustria, à Alemanha e à Dinamarca, que também apoiam este modelo (ver nota 80), os Países Baixos ponderam agora fazer o mesmo. Numa carta ao Parlamento, o governo holandês indica que está a considerar a externalização do processamento dos pedidos de asilo fora da UE.
O primeiro centro de retorno fora da UE poderá ser utilizado em conjunto por vários Estados europeus, incluindo os Países Baixos, a Grécia, a Alemanha, a Áustria e a Dinamarca, todos os quais apoiam o reforço do combate à imigração ilegal para a Europa. O objectivo declarado é limitar o tempo que os migrantes cujos pedidos de asilo foram rejeitados permanecem na Europa.
Cada vez mais governos europeus reconhecem a necessidade de endurecer a política migratória da União Europeia. É agora essencial que a UE reforce a sua luta contra a imigração em massa, de forma a garantir a segurança e a estabilidade dos povos europeus.
