A propósito do ignóbil ataque à Pride de Berlim que vitimou uma mulher e originou quase duas dezenas de feridos, recordo as imagens de outras prides e das marchas de Lisboa onde sempre abundaram os faixas «Welcome Refugees» e, mais recentemente, as bandeiras da Palestina e até de cartazes de apoio aos criminosos do Hamas.
Os LGBT’s têm sido facilmente manipulados pela extrema-esquerda, com a cantilena dos oprimidos, fabricada nas oficinas controladas principalmente, mas não só, pelos activistas do BE e Livre.
No Sábado levaram mais um banho de realidade (em 2020 já tinha acontecido um ataque à comunidade LGBT em Dresden) com uma carnificina provocada por um muçulmano radical, conhecido das autoridades e a quem tinha sido dada cidadania alemã.
Como o crime não foi cometido por quem eles desejavam, a esquerda hipócrita continua em silêncio. Os princípios só importam quando se adequam à sua narrativa.
