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A nova França

Tumultos, incêndios, professores espancados, polícias insultados e atacados, depredações: sob o incentivo do LFI, eis a Nova França de Jean-Luc Mélenchon. Os políticos de extrema-esquerda apoiam-na e justificam-na. É, pois, necessário vê-la pelo que realmente é: um ensaio geral, uma antevisão em pequena escala do caos que Mélenchon e o LFI preparam para França.

Mélenchon conhece a história. Sabe que toda a revolução precisa de agitadores, de “idiotas úteis” e de arruaceiros para instaurar o terror no país até que este acabe por ceder.

Robespierre tinha os seus “sans-culottes” e Lenine, os seus Guardas Vermelhos. Mélenchon tem os seus gangues de marginais, como Bally  Bagayoko (no vídeo), eleito LFI, de extrema-esquerda, presidente da câmara de Saint-Denis, com uma população de 150 mil pessoas, das quais cerca de 90% são imigrantes ou descendentes de imigrantes de segunda e terceira gerações. Os tempos mudam, mas o método continua a ser o mesmo.

Em 2027, após a vitória de Marine Le Pen a França vai viver um clima de guerra civil.