12 de setembro de 1919: Gabriele d’Annunzio e seus legionari entram na cidade de Fiume.
Durante dezasseis meses, a cidade torna-se no laboratório incandescente da audácia europeia: poesia e acção, arte e política, festa e revolta.
D’Annunzio resumiria assim o significado que atribuía a esse empreendimento: “A causa de Fiume não é a de um solo, mas a de uma alma, que une soldados e trabalhadores. Podemos todos perecer sob suas ruínas, mas, das ruínas, o espírito ressurgirá, vigilante e actuante.”
A lembrança dessa aventura extraordinária permanece gravada na memória dos italianos e dos europeus que não se rendem:
