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“Sou Giorgia, sou uma mulher, sou uma mãe, sou italiana e sou cristã”.

“Aprendi a amar a Europa”

“Sou Giorgia, sou uma mulher, sou uma mãe, sou italiana e sou cristã”.

Giorgia Meloni é a primeira mulher a exercer o cargo de Primeira-ministra de Itália, desde 2022. Nascida em 1997, cedo sentiu o dever de lutar pela sua pátria, nas fileiras da Frente da Juventude, ala juvenil do MSI – Movimento Social Italiano. Vice-presidente do Parlamento italiano e ministra da Juventude em representação da Aliança Nacional é, actualmente, fundadora e dirigente dos Irmãos de Itália (Fratelli d’Italia).

Esta estrela em ascensão na política italiana e internacional escreveu, em 2021, um livro “Sou Giorgia, as minhas raízes e as minhas ideias”, simplesmente para dizer quem é, o que a forjou, o que a motivou e no que acredita. Uma infância feliz, uma juventude militante, uma personalidade tenaz e disciplinada, uma forte capacidade de trabalho e uma sólida visão, política e cultural, ancorada à direita tornam este livro altamente recomendável para todo o militante da direita conservadora. 

Não estando traduzido em português recomendamo-lo na versão original italiana ou nas traduções inglesa e francesa.

Io sono Giorgia. Le mie radici, le mie idee 
Mon Itinéraire: Autobiographie d’une leader politique conservatrice 
I Am Giorgia: My Roots, My Principles

«Aprendi a amar a Europa através das minhas viagens e das minhas leituras, mas sobretudo através de figuras heroicas que, com as suas acções, marcaram o meu imaginário, porque defenderam as nossas fronteiras e a própria sobrevivência da nossa civilização. Como o heroico rei de Esparta, Leónidas, e os seus trezentos soldados que se sacrificaram sob as suas ordens na Batalha das Termópilas contra o Império Persa. Ou os guerreiros francos liderados por Carlos Martel, vitoriosos na Batalha de Poitiers em 732 d.C., com a qual puseram fim à maré islâmica que já tinha subjugado a Espanha. É por esta razão, aliás, que foram os primeiros a serem definidos como “europeus”. Como Constantino XI, o último imperador de Constantinopla e um guerreiro lendário, que morreu em batalha, juntamente com um punhado de heróis de Itália e de toda a Europa, numa tentativa desesperada de defender a cidade que fora a capital do cristianismo ortodoxo até 1453 e que hoje é Istambul. Como os milhares de marinheiros venezianos da Sereníssima que tombaram durante a Batalha de Lepanto em 1571 para travar o avanço turco. Ou a épica investida do rei polaco João III Sobieski, à frente dos “hussardos alados” e dos cossacos ucranianos que, em 1683, salvaram Viena do Império Otomano. Ou como Jan Palach, o estudante checoslovaco que, em 1969, se imolou na Praça de São Venceslau para incitar os seus compatriotas a lutar contra a ocupação soviética, tal como, alguns anos antes, o “povo de Budapeste” desafiara os tanques armados de Moscovo. Pensei inúmeras vezes na Europa. No seu passado glorioso e no seu futuro incerto.»

Giorgia Meloni