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Alemanha: Criminalidade violenta na Baviera e Berlim

Criminalidade violenta: na Baviera, os sírios estão 16 vezes mais representados do que os alemães, os afegãos 14 vezes. Em Berlim, as mulheres sírias e afegãs são mais violentas do que os homens alemães.

Os suspeitos não alemães estão significativamente sobre-representados nos crimes violentos, particularmente sírios e afegãos. Estes dados são exclusivos e foram obtidos pelo jornal Welt am Sonntag. As conclusões a partir destas descobertas são altamente controversas politicamente.

A violência na Alemanha é tema de um debate aceso. Alguns veem o país a perder o equilíbrio: apontam para assassinatos particularmente violentos em espaços públicos, tiroteios e alertam para a crescente insegurança no quotidiano. Na sua visão, o aumento da imigração nos últimos anos faz parte desta tendência.

Outros contestam esta interpretação: denunciam a situação como sensacionalismo e rejeitam estes alertas, que consideram retórica de direita. Segundo eles, o país continua seguro; era ainda mais perigoso no passado. E mesmo que assim fosse, a imigração desempenharia, no máximo, um papel secundário. A violência seria sobretudo um problema ligado ao género masculino, independentemente da nacionalidade. 

De acordo com os dados recolhidos pelo Welt am Sonntag nos Länder (estados federados), os crimes violentos diminuíram de facto cerca de 2% em comparação com o ano recorde de 2024, mas a distribuição dos suspeitos continua altamente desequilibrada: as pessoas de nacionalidade estrangeira estão significativamente sobre-representadas em relação à sua participação na população, em cerca de 15% a nível nacional. Em Länders como a Baviera, Berlim e Baden-Württemberg, cerca de metade dos suspeitos em casos de violência não tem cidadania alemã, segundo a investigação do jornal. 

As causas do comportamento violento são múltiplas e interligadas. Dois pontos, no entanto, continuam a ser essenciais. Em primeiro lugar, ninguém se torna violento simplesmente por possuir um passaporte estrangeiro. Em segundo lugar, os suspeitos não alemães contribuem significativamente para o nível persistentemente elevado de crimes violentos – e não apenas os homens. Isto reflecte-se também nos números de suspeitos em Berlim: o número de mulheres envolvidas originárias da Síria (539) e do Afeganistão (569) é superior ao número de suspeitos alemães do sexo masculino (387). Por isso, é simplista falar de um problema puramente “masculino”.

via fdesouche

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