86 anos depois recordamos um dos inúmeros crimes do comunismo
Ontem, 13 de Abril, celebrou-se o Dia Internacional da Recordação do Massacre de Katyn.
O Massacre de Katyn foi uma série de execuções e assassinatos de 21.892 soldados polacos, guardas fronteiriços e intelectuais, perpetrados pela União Soviética e pela NKVD, entre Abril e Maio de 1940. O massacre foi autorizado por Estaline e pelo Politburo soviético, com base numa proposta de Lavrentiy Beria, chefe da NKVD. O objectivo era eliminar a elite polaca para impedir a futura resistência nacionalista e a reconstrução do país.
Os executados foram considerados “inimigos do Estado soviético” e levados para zonas remotas de floresta densa, onde foram baleados na nuca e enterrados em valas.
Inicialmente, durante muitos anos, o massacre foi atribuído aos alemães e utilizado como prova nos julgamentos de Nuremberga. O governo de Mikhail Gorbachev admitiu finalmente a responsabilidade soviética em 1990. Em 2010, o parlamento russo declarou oficialmente que Estaline ordenara pessoalmente o massacre.
Recordemos – sempre – as vítimas do comunismo!
