"Crime ligado ao terrorismo com móbil ideológico"
Como afirmámos a 21 de Março, o arremesso de um artefacto incendiário (um “cocktail molotov”) contra a Marcha pela Vida tratava-se de um crime ligado ao terrorismo.
Sabemos agora que, de acordo com a PJ, estamos perante a “tentativa da prática dos crimes de infracções terroristas, detenção de arma proibida, incêndio, explosão e outras condutas especialmente perigosas e de ofensas à integridade física grave”.
Acresce que no cumprimento de um mandado de detenção e de um mandado de busca e apreensão, no qual foram apreendidos diversos elementos denunciadores de um móbil ideológico. Como afirmámos na altura e reiteramos, a violência e o ódio ideológico prescritos pela extrema-esquerda são a expressão coerente de um projecto que não tolera quem pensa diferente. Todo aquele que não se encaixa no padrão da esquerda é um “fascista”. E, como nós sabemos, eles encontram “beleza em matar fascistas”.
O detido será hoje presente ao Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa para novo interrogatório judicial tendo em vista a aplicação de adequadas medidas de coacção.
