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Espanha | Acampada de Puerta del Sol: crónica de um nojo

O acampamento da extrema-esquerda em Puerta del Sol, Madrid, foi desmantelado no meio de drogas, doenças, riscos para a saúde e agressões sexuais cometidas por imigrantes.

A polícia de Madrid desmantelou o acampamento Puerta del Sol. Trezentas e trinta e quatro pessoas foram retiradas do local e duas foram detidas sob a acusação de desobediência.

Graves conflitos internos, problemas de saúde pública e riscos de segurança dentro do acampamento Puerta del Sol obrigaram o governo local a ordenar o despejo do acampamento, inicialmente montado pela extrema-esquerda em protesto contra as políticas de habitação em Espanha.

A Polícia Municipal de Madrid aplicou mais de 100 multas por sujidade e grave falta de higiene.

A situação tornou-se tão crítica que o governo regional de Madrid encerrou temporariamente e procedeu a uma limpeza profunda na estação de metro Puerta del Sol, após as inspecções terem detectado odores fétidos e vestígios químicos de urina humana em decomposição nas condutas de ventilação.

À medida que a mini-cidade autogerida por radicais de extrema-esquerda se assemelhava cada vez mais a um gueto, o uso e o tráfico de drogas proliferavam.

O local tornou-se também um refúgio para criminosos foragidos e pessoas sem-abrigo, incluindo imigrantes ilegais.

O principal factor que levou os radicais de extrema-esquerda a abandonar em massa este antro de drogas e condições insalubres foi o facto de uma activista de esquerda, de 22 anos, ter sido agredida sexualmente por um imigrante marroquino numa das tendas. O imigrante agrediu ainda um activista que tentou defendê-la.