O terrorismo antifascista mata
No final da Marcha pela Vida um antifa lançou um cocktail molotov, que felizmente não explodiu, para o meio de adultos acompanhados por crianças e bebés.
A extrema-esquerda, através de um terrorismo intelectual, anda há décadas a dizer que o «sistema é fascista e racista» e que a «polícia mata». Os efeitos estão aí. O assassinato de Charlie Kirk, o brutal linchamento do jovem Quentin, pela milícia de Mélenchon, e hoje este ataque hediondo contra uma manifestação pacífica à porta do Parlamento português.
A violência e o ódio ideológico prescritos pela extrema-esquerda são a expressão coerente de um projecto que não tolera quem pensa diferente. Todo aquele que não se encaixa no padrão da esquerda é um “fascista”. E, como nós sabemos, eles encontram “beleza em matar fascistas”.
