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Sergio Ramelli, um de nós.

Sergio Ramelli, um de nós.

A brochura, que divulgamos em língua portuguesa, foi terminada no dia do funeral de Charlie Kirk (21/09/2025). Podemos assim dizer que, 50 anos depois, a intolerância e a violência esquerdista continua a fazer vítimas entre os jovens de direita.

Ao longo destas páginas vamos conhecer Sergio, assassinado em Milão, em 1975, e o calvário sofrido pelos seus familiares e amigos.

No período conhecido como «anos de chumbo» (anni di piombo) a Itália viveu uma «caça ao fascista» por parte de organizações de extrema-esquerda. Fascista era aquele que não pensava como eles e que era vítima do seu ódio cego. Actualmente, e de forma global, uma minoria de “antifascistas” tenta recriar esse espírito, através das redes sociais, onde atacam, denunciam, instigam e insultam os activistas de direita, promovendo o ódio, o medo e incentivando para que alguns passem das palavras aos actos.

O compromisso com a memória e a actualidade levou-nos a traduzir esta obra porque, citando a Primeira-ministra italiana Giorgia Meloni (na homenagem a Sergio, em 2025), devemos contar esta história não apenas para recordar aqueles que pagaram o preço mais alto, mas para aprender a reconhecer imediatamente as sementes desse ódio e dessa violência, para neutralizá-los de imediato e evitar que gerem novas temporadas de dor, para que, em suma, isto nunca mais aconteça.

A edição portuguesa foi preparada a partir dos painéis concebidos pela Associazione Culturale Lorien sendo o design e textos de Guido Giraudo, a consultoria e investigação de Claudio Volante e os desenhos originais de Paola Ramella.