Grécia e Suécia reforçam medidas anti-imigração
Cada vez mais países europeus estão a adoptar medidas radicais para combater a imigração ilegal. A Grécia introduziu novas penas de prisão para os activistas que facilitam a entrada irregular de migrantes, e a Suécia planeia colocar todos os requerentes de asilo em centros de acolhimento e restringir o acesso à cidadania.
No passado mês de Fevereiro, o Parlamento grego aprovou uma lei que introduz novas penas de prisão para activistas que facilitem a entrada ilegal de migrantes. Esta legislação estabelece também penalizações mais severas para as ONG ou empresas que promovam a chegada de migrantes ilegais. Permite mesmo a exclusão do registo oficial das ONG cujos membros sejam acusados de facilitar a entrada de migrantes indocumentados, impedindo-as de operar na Grécia.
Entretanto, o governo sueco, de centro-direita, anunciou várias medidas para combater a imigração: os requerentes de asilo serão mantidos em centros de acolhimento enquanto os seus pedidos são processados, caso contrário perderão os seus benefícios sociais. Além disso, a obtenção da cidadania torna-se mais difícil para os estrangeiros com a introdução de um requisito de “vida honesta”.
