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O branqueamento da extrema-esquerda pela correspondente da RTP

Rosário Salgueiro, correspondente da RTP em Genebra, esteve cerca de 15 minutos a comentar os confrontos entre a polícia e manifestantes anti-G7. Nas imagens viam-se os indivíduos de cara coberta, com bandeiras da palestina, do movimento antifa e envergando t-shirts militantes. Da boca da jornalista só saíam as palavras «jovens», «atacantes», «aventureiros, para recolher imagens para as redes sociais».

Até que a jornalista no estúdio, provavelmente tão revoltada quanto eu, interrompeu-a e perguntou quem eram essas pessoas que vandalizavam, destruíam o património e atacavam a polícia. A contragosto a senhora Salgueiro lá disse que eram anti-fascistas e anti-capitalistas, alguns ligados a grupos de extrema-esquerda, para logo acrescentar que a violência está relacionada com grupos de extrema-esquerda e… extrema-direita, muito a propósito do que se via nas imagens.

Isto não é serviço público… é militância, e branqueamento da extrema-esquerda, feita com o dinheiro de todos os portugueses. A RTP está há mais de 50 anos colonizada pela esquerda e não faz nenhum sentido o Estado ainda ser o dono de órgãos de comunicação social.