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A violência da extrema-esquerda italiana

Confrontos entre esquerdistas radicais, migrantes e a polícia eclodiram em Bolonha após a morte de um migrante marroquino durante a sua detenção.

Os protestos começaram após a morte de Abderrahim Fakir, um migrante marroquino de 42 anos. O homem morreu a 19 de Julho no bairro de Pilastro, depois de os polícias o imobilizarem no chão e o algemarem.

Os moradores da Rua Italo Svevo chamaram a polícia, relatando que um homem se estava a comportar de forma agressiva e tinha danificado um carro durante uma discussão com um condutor que entrava numa garagem.

Segundo a primeira-minista Giorgia Meloni, quem escolheu o incidente como “pretexto para colocar a cidade a ferro e fogo, agredir os agentes e disseminar a violência, colocando em risco a segurança de cidadãos totalmente alheios aos distúrbios, não busca a verdade, mas o confronto”.

O jornal Público diz que a morte do marroquino foi comparada por manifestantes ao assassinato de George Floyd nos Estados Unidos, em 2020, mas só se for por Fakir ter antecedentes criminais por tráfico de droga, resistência à detenção e agressão, acrescentamos nós.