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Sophie Cunningham: um gesto firme e orgulhoso

Há uma imagem que circula pelo mundo que ilustra na perfeição o curto-circuito da narrativa progressista. É o dedo apontado por Sophie Cunningham, estrela da WNBA, que permaneceu imóvel durante vinte e cinco segundos, encarando uma adversária negra que tinha cometido muitas faltas, defendendo a sua colega de equipa enquanto os árbitros permaneciam em silêncio. Um gesto firme e orgulhoso, não procurando a vitimização, mas exigindo respeito. Para os guardiões do politicamente correcto, este é um verdadeiro tabu, um comportamento inaceitável segundo os manuais ideológicos da esquerda, que negariam a uma mulher conservadora até o direito de se defender ou de exigir fair play em campo se a sua adversária pertencer a uma minoria inventada pelas suas estruturas mentais.
 
A narrativa woke gostaria de impor uma hierarquia de intocabilidade baseada na identidade, mas a realidade e o desporto seguem regras diferentes. A Sophie quebra este padrão hipócrita com a força dos factos. É rotulada e julgada pelas suas posições tradicionais e conservadoras, mas demonstra na prática o verdadeiro significado de liderança, coragem e igualdade genuína, aquela que é medida pelo mérito e pelo respeito pelas regras, sem descontos ou tratamento preferencial ditados pela ideologia. O mundo conservador não precisa da mentalidade de vítima selectiva da esquerda, mas sim de exemplos reais de determinação e de personalidades que não se deixam intimidar pelos ditames culturais do momento.