Aprovação do «Regulamento de Regresso»: a coligação de direita em Bruxelas abre as portas às expulsões em massa de imigrantes ilegais.
Hoje, só 20% dos migrantes sem papéis que deveriam ser deportados da Europa são efectivamente deportados.
Este escândalo, que já causou muitas vítimas inocentes, não deve repetir-se.
É por isso que a direita votou, no Parlamento Europeu, o acordo final sobre o Regulamento de Regresso, que reformula a política de deportação da UE. A partir de agora, os Estados-Membros terão ferramentas eficazes para acabar com a negligência e realizar deportações em massa de migrantes indocumentados:
- detenção até 24 meses, e por um período mais longo se o migrante indocumentado representar um perigo;
- apreensão de bens pessoais para determinar o país de origem;
- avaliação da idade dos alegados menores;
- reincidência do crime de residência ilegal;
- centros de retorno no estrangeiro para facilitar as deportações;
- proibição vitalícia de entrada na União Europeia.

Esta é mais uma grande vitória para a coligação de direita. O texto, da iniciativa de Giorgia Meloni, foi negociado no Parlamento e é uma verdadeira ponte entre a direita e uma ponta de lança em matéria de migração na UE.
Este novo regulamento demonstra o que se pode alcançar em Estrasburgo e Bruxelas quando a direita trabalha em conjunto para defender os nossos países e os nossos povos.
Perante a imigração ilegal, a acção dos patriotas já estão a dar frutos concretos no Parlamento Europeu que não devem ser impedidas pela esquerda que orquestra a crise migratória na Europa.
Depois da vitória histórica contra a imigração ilegal, é tempo de lutar contra a imigração legal, que representa 62 milhões de pessoas na Europa.
