Vítor Luís, como era conhecido entre os seus amigos e camaradas, partiu hoje deixando a causa nacional mais pobre. Intrépido lutador desde os tempos da juventude fundou, conjuntamente com outros camaradas que não se submeteram à primavera marcelista, o Movimento Nacionalista. Após o 25 de Abril conheceu a prisão mas rapidamente voltou ao activismo, organizando as primeiras manifestações do 10 de Junho – Dia da Juventude Nacionalista, no final da década de 70.
Sempre disposto a colaborar com todos os projectos que iam nascendo, foi fundador da revista Futuro Presente, juntamente com Jaime Nogueira Pinto e Nuno Rogeiro, entre outros. Colaborou também, activamente, com as Edições do Templo, o PNR, o Movimento de Oposição Nacional e a Contra-Corrente, entre outras. Para além de ser um homem de pensamento e acção, era possuidor de uma sólida cultura e foi divulgador de autores e músicos de direita. Designer de profissão são de sua autoria inúmeros cartazes, autocolantes, logótipos e capas de livros e revistas que fazem parte da história e património do nacionalismo português.
Vítor Luís, presente!

